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Expectativas de aprendizagem em Língua Portuguesa

1º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL

COMUNICAÇÃO ORAL

  • Fazer intercâmbio oral, ouvindo com atençaõ e formulando perguntas.
  • Mostrar interesse por ouvir e expressar sentimentos, experiências, idéias e opiniões.
  • Recontar histórias de repetição e/ou acumulativas com base em narrações ou livros.
  • Conhecer e recontar um repertório variado de textos literários, preservandos os elementos da linguagem escrita.
LEITURA

  • Ouvir com atenção textos lidos.
  • Refletir sobre o sistema alfabético com base na leitura de nomes próprios, rótulos de produtos e outros materiais - listas, calendários, cantigas e títulos de histórias, por exemplo, sendo capaz de se guiar pelo contexto, antecipar e verificar o que está escrito.
  • Ler textos conhecidos de memória, como parlendas, adivinhas, quadrinhas e canções, de maneira a descobrir o que está escrito em diferentes trechos do texto, fazendo o ajuste do falado ao que está escrito e o uso do conhecimento que possuem sobre o sistema de escrita.
  • Buscar e considerar indícios no texto que permitam verificar as antecipações realizadas para confirmar, corrigir, ajustar ou escolher entre várias possibilidades.
  • Confrontar ideias, opiniões e interpretações, comentando e recomendando leituras, entre outras possibilidades.
  • Relacionar texto e imagem ao antecipar sentidos na leitura de quadrinhos, tirinhas e revistas de heróis.
  • Inferir o conteúdo de um texto antes de fazer a leitura com base em título, imagens, diagramação e informações contidas na capa, contracapa ou índice (no caso de livros e revistas).
ESCRITA E PRODUÇÃO TEXTUAL
  • Conhecer as representações das letras do alfabeto e a ordem alfabética.
  • Escrever o próprio nome e usá-lo como referência para a escrita.
  • Produzir texto de memória de acordo com sua hipótese de escrita.
  • Escrever usando a hipótese silábica, com ou sem valor sonoro convencional.
  • Reescrever histórias conhecidas ditando para o professor ou para os colegas e, quando possível , de próprio punho - considerando as ideias principais do texto-fonte e algumas características da linguagem escrita.
  • Produzir escritos de autoria (bilhetes, cartas, instrucionais)
Fonte: Revista Nova Escola
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Casinha de histórias


Enriqueça sua aula, estimule a criatividade e imaginação de seus alunos...









Fonte: Revista Projetos Educativos - Extra
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A Formiga e a Cigarra

Contos, fabulas e historinhas: A Cigarra e a FormigaA criançada irá adorar...

Era uma vez uma cigarra que vivia saltitando e cantando pelo bosque, sem se preocupar com o futuro. Esbarrando numa formiguinha, que carregava uma folha pesada, perguntou:

- Ei, formiguinha, para que todo esse trabalho? O verão é para gente aproveitar! O verão é para gente se divertir!
- Não, não, não! Nós, formigas, não temos tempo para diversão. É preciso trabalhar agora para guardar comida para o inverno.
Durante o verão, a cigarra continuou se divertindo e passeando por todo o bosque. Quando tinha fome, era só pegar uma folha e comer.
Um belo dia, passou de novo perto da formiguinha carregando outra pesada folha.

A cigarra então aconselhou:

- Deixa esse trabalho para as outras! Vamos nos divertir. Vamos, formiguinha, vamos cantar! Vamos dançar!
A formiguinha gostou da sugestão. Ela resolveu ver a vida que a cigarra levava e ficou encantada. Resolveu viver também como sua amiga.
Mas, no dia seguinte, apareceu a rainha do formigueiro e, ao vê-la se divertindo, olhou feio para ela e ordenou que voltasse ao trabalho. Tinha terminado a vidinha boa.
A rainha das formigas falou então para a cigarra:
- Se não mudar de vida, no inverno você há de se arrepender, cigarra! Vai passar fome e frio.
A cigarra nem ligou, fez uma reverência para rainha e comentou:
- Hum!! O inverno ainda está longe, querida!
Para cigarra, o que importava era aproveitar a vida, e aproveitar o hoje, sem pensar no amanhã. Para que construir um abrigo? Para que armazenar alimento? Pura perda de tempo.
Certo dia o inverno chegou, e a cigarra começou a tiritar de frio. Sentia seu corpo gelado e não tinha o que comer. Desesperada, foi bater na casa da formiga.
Abrindo a porta, a formiga viu na sua frente a cigarra quase morta de frio.
Puxou-a para dentro, agasalhou-a e deu-lhe uma sopa bem quente e deliciosa.
Naquela hora, apareceu a rainha das formigas que disse à cigarra: - No mundo das formigas, todos trabalham e se você quiser ficar conosco, cumpra o seu dever: toque e cante para nós.
Para cigarra e paras formigas, aquele foi o inverno mais feliz das suas vidas.



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Mágico de Oz




Utilizando materias diversos, como latas, palha, tecido e feltro, cada personagem foi confeccionado com suas características próprias, para representar este conto pra lá de envolvente.












Fonte: Revista do Professor Sassá
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Sítio do Picapau Amarelo


Marmelada de goiaba, goiabada de marmelo...Viaje com a turma dos contos de Monteiro Lobato, que destacam de maneira bem-humorada a inocência infantil, o folclore, lendas...







Fonte: Revista do Professor Sassá - Especial Contando Histórias



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Modelo de ficha de Acompanhamento

Alinhar ao centro
A ficha de acompanhamento é um registro importante para educadores, pais e educandos.





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Critérios de Avaliação


A palavra progresso não terá qualquer sentido enquanto houver crianças infelizes. (Albert Einstein)
- Critério? "Aquilo que serve de base para comparação, julgamento ou apreciação. Princípio que permite distinguir o erro da verdade. Discernimento, circunspecção, prudência. Modo de apreciar coisas e/ou pessoas."

- Critério aqui é entendido como base, estrutura de toda avaliação, e discernimento que clareia ações e intenções dos educadores. Discernir é ter uma visão ampliada, não julgar, é interpretar mais que resultados, mas, antes, entender o processo de construção no qual se envolveu o educando.

- Os critérios contribuem para orientar a "leitura" dos aspectos a serem avaliados.

- Explicitam as expectativas de aprendizagem dos educandos.

- Devem refletir os diferentes tipos de competências e as três dimensões de conteúdo.

- Considerar os objetivos e conteúdos para a área do conhecimento e para a turma, organizar a lógica interna dos conteúdos, das particularidades de cada momento de escolaridade, das possibilidades de aprendizagem decorrentes de cada etapa de desenvolvimento.

- Os diferentes componentes curriculares, ao estabelecerem o que é essencial e prioritário em termos de competência a serem construídas a partir de habilidades desenvolvidas, deverão atrelar critérios comuns de instrumentos de avaliação.

- É preciso voz única em relação aos critérios construídos em conjunto. Trabalhos, painéis, cartazes, apresentações e resumos que compõem o fazer do educando não deverão ter critérios destoantes, antagônicos e extremistas. Se um educador não atenta para a apresentação e outro avalia primeiro esse item, eles podem transformar o educando em um atendente de vontades. É, sem dúvida, uma maneira muito eficaz de torná-lo mero reprodutor. A equipe deve estabelecer os critérios em conjunto, de forma harmônica, tendo em vista a visão do homem.

- Os critérios ligados à construção de um TCC, monografia que estabelece com clareza seus princípios, devem compor o cotidiano das nossas escolas. Seria dessa forma, a criação de uma identidade de construção que atenda às exigências do mercado.

10º - Critérios claros promovem o fortalecimento da identidade da escola, do educando, e aproxima as famílias dos objetivos institucionais.
Fonte: Avaliação nossa de cada dia - Editora Rideel

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Função da Avaliação


Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende. (Leonardo da Vinci)

- A avaliação tem por objetivo acompanhar a aprendizagem e o desenvolvimento dos educandos, suas inteligências, habilidades e competências. Ela tem caráter processual e investigativo. Contribui para a função básica da escola que é a de promover o acesso ao conhecimento. É um recurso riquíssimo de diagnóstico, que é a principal função da avaliação.

- A função primeira do diagnóstico é permitir ao educador e ao educando a detecção das aprendizagens - o desenvolvimento das inteligências múltiplas, das competências e habilidades - já adquiridas e as que ainda estão em processo de construção.

- Após detectar os pontos fracos, o educador poderá enfatizar o que pode ser fortalecido na aprendizagem, nas inteligências múltiplas, habilidades e competências específicas, de acordo com o seu planejamento.

- O educador, ao compreender o que cada educando desenvolveu ou produziu, poderá reorientar, propor novos caminhos, adequando as construções nas diversas situações da aprendizagem.

- Ao diagnosticar incoerências e utilizar as informações e resultados obtidos nos diversos instrumentos de avaliação, o educador poderá propor novos procedimentos para as aprendizagens evoluírem.

- A avaliação mediadora propõe formas diversificadas de atuação do educador em relação ao tempo, à rotina diária, o atendimento individualizado, aos materiais, aos jogos e às dinâmicas.

- A avaliação é sempre diagnóstica e deve ser feita no início do ano letivo - momento especial que chamamos de avaliação diagnóstica inicial, isso porque favorece os primeiros contatos com os educandos, e o educador passa a ter um conhecimento mais aprofundado sobre as conquistas dos alunos já internalizadas.

- A avaliação diagnóstica tem como referência a proposta pedagógica da escola que, aliada ao planejamento, estabelece caminhos para a realização do trabalho docente no decorrer do ano letivo.

- O diagnóstico inicial é um mapeamento da classe sobre as possibilidades e conquistas individuais em tempo e ritmo; ele dá pistas para a concepção de um planejamento eficaz e real.

10º - A função do diagnóstico não diz respeito à classificação dos educandos em fracos, médios e fortes. Ela nasce do olhar atento da observação e do registro para tomada de decisões sobre alternativas e possibilidades da práxis pedagógicas. Jamais deverá ser um momento para se rotular o educando.
Fonte: Avaliação nossa de cada dia - Editora Rideel
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Carinho


Ganhei este carinho da minha querida amiga Joana...Que Deus te ilumine sempre amiga e cubra seu caminho de amor e paz!
Beijinhos


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Capinhas de Cadernos


Aqui estão algumas sugestões de capinhas para os caderninhos dos alunos, no MENU do blog tem mais algumas.
Gostaria de sugerir também o trabalho com desenhos e colagem dos alunos. Esta atividade deve ser orientada pelo educador, além de estimular a criatividade deixa caderninho com a "carinha" deles.












Fonte: Coleção Alfabetização sem Segredos/desenhos Didáticos
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Alfabeto Ilustrado


ALFABETO COM ANIMAIS

Neste alfabeto faltam as letras k,w,y...Sugiro que junto com as crianças acrescentem e ilustrem as novas letras do alfabeto.
Posteriormente postarei mais alfabetos.
Um bejinho carinhoso,




















Fonte: Coleção Alfabetização sem Segredos/Desenhos Didáticos
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Letrinhas e Companhia©2007 Elke di Barros / Modificado por Aninha