Estratégias na sala de aula para crianças com problemas de atenção

Antes de começar esta postagem gostaria de dar os devidos créditos. O livro Dificuldades de Aprendizagem da editora Grupo Cultural é um excelente instrumento de trabalho para nós educadores. Tenho destacado aqui no blog os assuntos que acho mais relevantes ao cotidiano escolar, com o intuito de colaborar com os colegas e espero que estejam gostando.
Um beijinho carinhoso e aproveitem!
Seguem as estratégias:
* Sentar a criança numa área silenciosa.
* Sentar a criança perto de alguém que seja um bom modelo a seguir.
* Sentar a criança próxima de um colega que possa apoiá-la na aprendizagem.
* Orientar a atenção da criança na tarefa que será iniciada. É importante ajudá-la a descobrir e selecionar a informação mais importante, organizá-la e sistematizá-la.
* É necessário dar a ela regras consistentes sobre o que deve fazer; as instruções devem ser parceladas.Em alguns casos é conveniente enumerar as instruções para que seja mais fácil para segui-las.
* As rotinas de trabalho devem ser claras.
* Não é conveniente fazer atividades com limites de tempo. Isto pode favorecer condutas impulsivas.
* Permitir um tempo extra para completar seus trabalhos.
* Encurtar períodos de trabalho de modo a coincidirem com os seus períodos de atenção.
* Dividir os trabalhos que lhes sejam dados em partes menores do modo que elas possam completá-lo.
* Dar assistência à criança para que ela se coloque metas a curto prazo.
* Entregar os trabalhos um de cada vez.
* Exigir delas menos respostas corretas que do restante da turma.
* Reduzir a quantidade de deveres de casa.
* Dar instruções tanto orais com escritas.
* Dar instruções claras e concisas.
* Tentar envolver a criança na apresentação dos temas.
* Estabelecer sinais secretos entre a criança e o professor para poder fazê-lo notar quando está começando a se distrair.
* É importante que estas crianças estejam em ambientes de trabalho motivantes, com tarefas que sejam significativas para elas.
Um beijinho carinhoso e aproveitem!
Seguem as estratégias:
* Sentar a criança numa área silenciosa.
* Sentar a criança perto de alguém que seja um bom modelo a seguir.
* Sentar a criança próxima de um colega que possa apoiá-la na aprendizagem.
* Orientar a atenção da criança na tarefa que será iniciada. É importante ajudá-la a descobrir e selecionar a informação mais importante, organizá-la e sistematizá-la.
* É necessário dar a ela regras consistentes sobre o que deve fazer; as instruções devem ser parceladas.Em alguns casos é conveniente enumerar as instruções para que seja mais fácil para segui-las.
* As rotinas de trabalho devem ser claras.
* Não é conveniente fazer atividades com limites de tempo. Isto pode favorecer condutas impulsivas.
* Permitir um tempo extra para completar seus trabalhos.
* Encurtar períodos de trabalho de modo a coincidirem com os seus períodos de atenção.
* Dividir os trabalhos que lhes sejam dados em partes menores do modo que elas possam completá-lo.
* Dar assistência à criança para que ela se coloque metas a curto prazo.
* Entregar os trabalhos um de cada vez.
* Exigir delas menos respostas corretas que do restante da turma.
* Reduzir a quantidade de deveres de casa.
* Dar instruções tanto orais com escritas.
* Dar instruções claras e concisas.
* Tentar envolver a criança na apresentação dos temas.
* Estabelecer sinais secretos entre a criança e o professor para poder fazê-lo notar quando está começando a se distrair.
* É importante que estas crianças estejam em ambientes de trabalho motivantes, com tarefas que sejam significativas para elas.
Estratégias na sala de aula para crianças impulsivas

* Tentar ignorar comportamentos inapropriados menores.
* Incrementar a imediata correlação entre prêmios e consequências.
* Quando não se comporta adequadamente na sala de aula, recomenda-se que se dê um tempo para meditar sobre o que fez (time out).
* Aconselha-se supervisão nos recreios e horários livres.
* Tentar evitar críticas e "sermões". É preferível chamar-lhe a tenção de uma forma prudente e calma quando ela não tiver se comportado corretamente.
* Reforçar seu comportamento positivo com cumprimentos, reconhecimento, etc.
* Sentá-la próximo a professora ou de algum colega que possa ser visto como umlíder positivo.
* Firmar um "contrato de comportamento positivo" com ela, incluindo aquelas condutas que estão ao seu alcance.
* Motivá-la quando consegue reprimir um impulso, por exemplo, na sala de aula, quando consegue levantar a mão para responder ao invés de responder impulsivamente.
Áreas de dificuldade que podem interferir no desempenho em Matemática

As seguintes áreas podem interferir no desempenho em matemática:
* Habilidades Espaciais: crianças que têm dificuldades em relações espaciais , distâncias, relações de tamanho e para formar sequências.
* Perseverança: crianças que tem dificuldades de passar mentalmente de uma tarefa para outra, por exemplo, o desempenho em problemas que exigem múltiplas operações.
* Linguagem: os estudantes podem ter dificuldade para compreender alguns termos matemáticos como primeiro, último, seguinte etc. Apresentam dificuldades em compreender o enunciado de um problema.
* Raciocínio abstrato: estudantes que têm dificuldade de compreender conceitos abstratos e requerem material concreto ou situaçoes reais para compreender.
* Memória: estudantes que têm difiucldade de relembrar informações que lhe foram apresentadas. Exigem mais repetições.
* Processamento perceptivo: estudantes que apresentam dificuldades na leitura e na escrita de quantidades, na realização de operações e em alguns casos na resolução de problemas.
* Problemas emocionais: as crianças com interferências emocionais têm mais dificuldades em matemática que outras crianças, pois esta aprendizagem requer persistência e concentração.
* Habilidades Espaciais: crianças que têm dificuldades em relações espaciais , distâncias, relações de tamanho e para formar sequências.
* Perseverança: crianças que tem dificuldades de passar mentalmente de uma tarefa para outra, por exemplo, o desempenho em problemas que exigem múltiplas operações.
* Linguagem: os estudantes podem ter dificuldade para compreender alguns termos matemáticos como primeiro, último, seguinte etc. Apresentam dificuldades em compreender o enunciado de um problema.
* Raciocínio abstrato: estudantes que têm dificuldade de compreender conceitos abstratos e requerem material concreto ou situaçoes reais para compreender.
* Memória: estudantes que têm difiucldade de relembrar informações que lhe foram apresentadas. Exigem mais repetições.
* Processamento perceptivo: estudantes que apresentam dificuldades na leitura e na escrita de quantidades, na realização de operações e em alguns casos na resolução de problemas.
* Problemas emocionais: as crianças com interferências emocionais têm mais dificuldades em matemática que outras crianças, pois esta aprendizagem requer persistência e concentração.
Mais uma surpresa especial...Obá!
Este selinho eu ganhei por ter sido selecionada para fazer parte da melhor e maior seleção de blogs/sites do país. Fiquei muito feliz e agradeço pelo carinho que tenho recebido através do meu cantinho.
Um beijinho carinhoso a todos que gostam de passear por aqui!!!
Quer quiser ver, basta visitar: http://www.vejablog.com.br/blog_l_01/
É muito bom saber que tenho contribuído com as pessoas que visitam este espaço que é feito com muito amor e carinho.
Níveis de evolução da escrita e da leitura

Nível conceitual - Pré-silábico 2
* As crianças acreditam que para ler não podem haver duas letras iguais, uma ao lado da outra.
* Reconhecem que as letras desempenham um papel na escrita. Compreendem que somente com as letras é possível escrever.
* Surge a compreensão ampla da vinculação do discurso oral com o texto escrito.
* Fazem distinções entre imagem, texto ou palavras, letras e números - O signo gráfico é desvinculado do figurativo.
* A vinculação com a pronúncia ainda não é percebida.
* A ordem e a quantidade das letras não são ainda fundamentais para a distinção de uma palavra e de outra. Duas palavras podem ser pensadas como sendo a mesma, porque possuem certas letras iguais.
* As crianças já descobriram, quando lhe são apresentados materiais gráficos, que coisas diferentes têm nomes diferentes. Imprimem, então, diferenças nas grafias das palavras, muitas vezes mudando apenas a ordem das letras, princupalmente quando possuem poucos recursos gráficos. Eixo qualitativo - para que seja possível ler e escrever uma palvra, torna-se necessária uma variedade de caracteres gráficos.
* As crianças, de modo geral, exigem um mínimo de três letras para ler ou escrever uma palavra. - Eixo quantitativo
* As crianças fazem sempre ums correspondência global quando lêem palavras ou orações; não percebem ainda as partes. Também não fazem correspondência, termo a termo, entre o que é falado e o que é escrito.
* A escrita das palavras não é estável.
* A ordem das letras na palavra nãoé importante.
* Categorias linguísticas (letra, palavra, frase, texto) não são bem definidas.
Níveis de evolução da escrita e da leitura

Nível Conceitual - Pré-silábico 1
* As crianças vão vislumbrando que a escrita tem a ver com a pronúncia das partes de cada palavra.
* As crianças produzem riscos e/ou rabiscos típicos da escrita que tem como forma básica a letra de imprensa ou a cursiva, podendo então realizar riscos separados com linhas curvas ou retas, ou risicos ondulados e emendados mecanicamente.
* As crianças fazem tentativas de correspondência figurativa entre a escrita e o objeto referido.
* Somente quem escreve pode interpretar o que está escrito.
* A escrita ainda não está construída como objeto substituto.
* As crianças acham que os nomes das pessoas e das coisas têm relação com o seu tamanho ou idade: As pessoas, animais ou objetos grandes devem ter nomes grandes.
* As crianças acreditam que se escreve apenas os nomes das coisas (substantivos).
* A leitura é global.
* As categorias linguísticas - letras, palavra, frase, texto - não são claramente definidas pela criança, mas já diferenciam texto de desenho/gravura.
Fonte: Coleção Para Casa ou Para Sala?
* As crianças vão vislumbrando que a escrita tem a ver com a pronúncia das partes de cada palavra.
* As crianças produzem riscos e/ou rabiscos típicos da escrita que tem como forma básica a letra de imprensa ou a cursiva, podendo então realizar riscos separados com linhas curvas ou retas, ou risicos ondulados e emendados mecanicamente.
* As crianças fazem tentativas de correspondência figurativa entre a escrita e o objeto referido.
* Somente quem escreve pode interpretar o que está escrito.
* A escrita ainda não está construída como objeto substituto.
* As crianças acham que os nomes das pessoas e das coisas têm relação com o seu tamanho ou idade: As pessoas, animais ou objetos grandes devem ter nomes grandes.
* As crianças acreditam que se escreve apenas os nomes das coisas (substantivos).
* A leitura é global.
* As categorias linguísticas - letras, palavra, frase, texto - não são claramente definidas pela criança, mas já diferenciam texto de desenho/gravura.
Fonte: Coleção Para Casa ou Para Sala?
Trabalhando valores

A tarefa de educar vai além dos conteúdos. Educar e desenvolver integralmente o nosso aluno, tornando-o, acima de tudo, uma pessoa com valores...
Pontos para criar unidade nos relacionamentos
1- Ver e procurar entrar em contato somente com as qualidades das pessoas com as quais estamos convivendo. Evitar criticar, mesmo mentalmente, os atos dos outros. Nosso papel não é julgar, mas ajudar na transformação.
2- Manter todos os relacionamentos de uma forma clara. Não dar asa à sua imaginação nem à de outros. Esclarecer os sentimentos evita tristeza.
3- Fazer uma lista escrita das qualidades daqueles com os quais entramos em contato, especialmente se acontece de forma regular.
4- Esquecer qualquer situação logo depois que ela acontece, seja algo bom ou ruim. É bom não criar o hábito de viver através de imaginação, seja ela o passado ou um futuro idealizado.
5- Não criar preconceito com relação a outros ou a si mesmo . Ver o outro e a si com limpeza, todos estão constantemente mudando. Nossos pensamentos de transformação ajudam a concretizar mudanças.
6- Pensar sempre que todas as situações são oportunidades para cooperar com todos. Nunca ter expectativa de receber amor, respeito e cooperação. O eu é aquele que doa. Isto ajuda a terminar com o ego.
7- Evitar a possessividade com as pessoas ou objetos. Todas as relações são temporárias, já que nosso corpo é temporário. Achar-se dono de algo é uma grande ilusão.
8- Jamais deveríamos separar amor de lie. Sem amor a lei não é compreendiada, nem aceita. E sem lei, o amor não é benéfico.
9- Ver sempre a intenção do outro e não a ação. Isso é possuir coração benevolente.
10- Nossa tarefa é nos transformarmos e não transformar os outros. Voltar a visão sempre para a asua própria melhoria é sinal de maturidade. Não pensar demais sobre ninguém. Porque pensar no outro significa absorvê-lo dentro de si.
Vivendo valores na escola - Brahma Kumaris
Características das dificuldades de percepção auditiva

* Tem dificuldade para distinguir entre sons.
* Volta a cabeça na direção do professor para ouvir melhor.
* Observa o rosto e lábios do professor atentamente.
* Frequentemente diz: Hã?
* Tem dificuldade para seguir instruções ou compreender as explicações dadas ao grupo.
* Não presta atenção às histórias lidas em voz alta e discussões.
* Tem dificuldade para seguir instruções orais.
* Pede repetidamente para que as instruções sejam repetidas.
* Prefere olhar as imagens dos livros a ler.
* Tem dificuldade para compreender uma gravação.
* Não soletra ou aprende foneticamente; depende da memória visual.
* Prefere interagir com os colegas por meio deesportes ao invés de conversando.
* Tem dificuldade para distinguir as palavras.
* Distrai-se facilmente com os sons de fundo.
* Tem qualidade receptiva nobre.
* Repete as orações dirigidas a ela.
Fonte: Dificuldades da aprendizagem - Detecção e estratégias de ajuda - Grupo Cultural
Características de uma criança com dificuldades de percepção visual

* Perde-se na leitura ou quando copia.
* Não gosta de olhar livros com imagens.
* Não nota coisas novas na sala de aula ou o que está a mais ou faltando numa imagem.
* Não vê detalhes.
* Equivoca-se em tarefas de agrupamento.
* Evita brincadeiras visuais.
* Depende dos adultos nas situações sociais e visoespaciais como passear pela sala de aula ou no colégio.
* Constantemente busca a ajuda do professor, dos seus pais e dos seus colegas nas tarefas visuais.
* Estas crianças, muitas vezes, substituem sua inadequação no processo de destreza visual com o tato.
* Tem dificuldade para distinguir entre formas, letras ou palavras.
* Usualmente inverte letras.
* Não são atraídas por desenhos, livros e filmes.
* Tem dificuldade de copiar da lousa ou de um livro.
* Pode apresentar os olhos avermelhados, alcrimejantes ou incômodos.
* Trabalha devagar.
* Tem vocabulário visual pobre.
* Não gosta de olhar livros com imagens.
* Não nota coisas novas na sala de aula ou o que está a mais ou faltando numa imagem.
* Não vê detalhes.
* Equivoca-se em tarefas de agrupamento.
* Evita brincadeiras visuais.
* Depende dos adultos nas situações sociais e visoespaciais como passear pela sala de aula ou no colégio.
* Constantemente busca a ajuda do professor, dos seus pais e dos seus colegas nas tarefas visuais.
* Estas crianças, muitas vezes, substituem sua inadequação no processo de destreza visual com o tato.
* Tem dificuldade para distinguir entre formas, letras ou palavras.
* Usualmente inverte letras.
* Não são atraídas por desenhos, livros e filmes.
* Tem dificuldade de copiar da lousa ou de um livro.
* Pode apresentar os olhos avermelhados, alcrimejantes ou incômodos.
* Trabalha devagar.
* Tem vocabulário visual pobre.
Fonte: Dificuldades da aprendizagem - Detecção e estratégias de ajuda. - Grupo Cultural
O desenvolvimento do esquema corporal
O desenvolvimento do esquema corporal vai sendo estruturado de acordo com a maturação neurológica
* Dois primeiros anos: a criança vai dominando progressivamente primeiro a cabeça, em seguida o tronco e depois as extremidades inferiores.
* Dos dois aos três anos: há uma predominância dos elementos motores e cinestésicos sobre os visuais espaciais.
* Dos cinco aos sete anos: a criança já é capaz de ir tomando consciência do seu próprio corpo e de representá-lo.
* Dos oito aos nove anos: Transpõe com segurança sua imagem aos demais, já pode transferir progressivamente esta orientação aos objetos, o que permite uma estruturação do seu espaço da ação e disponibilidade global do seu corpo como um conjunto organizado, chegando assim a um controle acabado da sua mobilidade segmentar.
* Dois primeiros anos: a criança vai dominando progressivamente primeiro a cabeça, em seguida o tronco e depois as extremidades inferiores.
* Dos dois aos três anos: há uma predominância dos elementos motores e cinestésicos sobre os visuais espaciais.
* Dos cinco aos sete anos: a criança já é capaz de ir tomando consciência do seu próprio corpo e de representá-lo.
* Dos oito aos nove anos: Transpõe com segurança sua imagem aos demais, já pode transferir progressivamente esta orientação aos objetos, o que permite uma estruturação do seu espaço da ação e disponibilidade global do seu corpo como um conjunto organizado, chegando assim a um controle acabado da sua mobilidade segmentar.

Definição de dificuldades na aprendizagem

Encontrei algumas definições, a partir de diferentes pontos de vista, que contribuem na compreensão dos transtornos na aprendizagem.
" De acordo com a definição atual de transtornos específicos da aprendizagem(TEA), estes implicam um rendimento na área acadêmica abaixo do esperado para a idade, o nível intelectual e o nível educativo, cujas manifestações se estendem para as outras áreas da vida somente naqueles aspectos que requerem a leitura, a escrita ou cálculo; o que deixa e fora deste diagnóstico o atraso mental, os transtornos de linguagem e os déficits sensoriais primários que afetam de forma global a vida cotidiana".
" O termo transtornos de aprendizagens descreve um transtorno neurobiológico pelo qual o cérebro humano funciona ou é estruturado de maneira diferente. Estas diferenças interferem na capacidade de pensar ou recordar. Os transtornos da aprendizagem podem afetar a habilidade da pessoa para falar, escutar, ler, escrever, soletrar, raciocinar, recordar, organizar a informação ou aprender a matemática".
" Um transtorno da aprendizagem é um impedimento psicológico ou neurológico para a linguagem oral e escrita ou para as outras condutas preceituais cognitivas ou motoras. O impedimento: * manifesta-se por meio de discrepâncias entre as condutas específicas e suas execuções. * não é devido principalmente a atraso mental, problemas emocionais ou falta de oportunidades de aprender".
" De acordo com a definição atual de transtornos específicos da aprendizagem(TEA), estes implicam um rendimento na área acadêmica abaixo do esperado para a idade, o nível intelectual e o nível educativo, cujas manifestações se estendem para as outras áreas da vida somente naqueles aspectos que requerem a leitura, a escrita ou cálculo; o que deixa e fora deste diagnóstico o atraso mental, os transtornos de linguagem e os déficits sensoriais primários que afetam de forma global a vida cotidiana".
" O termo transtornos de aprendizagens descreve um transtorno neurobiológico pelo qual o cérebro humano funciona ou é estruturado de maneira diferente. Estas diferenças interferem na capacidade de pensar ou recordar. Os transtornos da aprendizagem podem afetar a habilidade da pessoa para falar, escutar, ler, escrever, soletrar, raciocinar, recordar, organizar a informação ou aprender a matemática".
" Um transtorno da aprendizagem é um impedimento psicológico ou neurológico para a linguagem oral e escrita ou para as outras condutas preceituais cognitivas ou motoras. O impedimento: * manifesta-se por meio de discrepâncias entre as condutas específicas e suas execuções. * não é devido principalmente a atraso mental, problemas emocionais ou falta de oportunidades de aprender".

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